Reality is such hard place to be
Some days, if wasn't for music, I wouldn't breath
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21.2.17
20.1.14
Her
I don't know if I'll manage to watch this film, since I feel like crying just with the trailer...
There's a chance this one will finally overcome Eternal Sunshine of the Spotless Mind as my favorite love story.
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15.4.13
like Ted Mosby...
I hope I'm just 45 days away from meeting the most amazing person of my life.
(maybe 90 days)
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21.1.13
Waiting
Actually I'm dying to watch this movie! Celine and Jesse are my favorite fictional couple...
#BeforeMidnight
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11.7.12
Love and lost
"com a morte, também o amor devia acabar. ato contínuo, o nosso coração devia esvaziar-se de qualquer sentimento que até ali nutrira pela pessoa que deixou de existir. pensamos, existe ainda, está dentro de nós, ilusão que criamos para que se torne todavia mais humilhante a perda e para que nos abata de uma vez por todas com piedade. e não é compreensível que assim aconteça. com a morte, tudo o que respeita a quem morreu devia ser erradicado, para que aos vivos o fardo não se torne desumano. esse é o limite, a desumanidade de se perder quem não se pode perder."
valter hugo mãe. a máquina de fazer espanhóis. p.21
valter hugo mãe. a máquina de fazer espanhóis. p.21
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25.3.12
Another perspective about love and imagination
"If it's true, as some German fellow has said, that without phosphorus there is no thought, it is still more true that there is no kindness of heart without a certain amount of imagination. She had some. She had even more than is necessary to understand suffering and to be moved by pity. She fell in love under circumstances that leave no room for doubt in the matter; for you need imagination to form a notion of beauty at all, and still more to discover your ideal in an unfamiliar shape."
Conrad, Joseph. Amy Foster. 1901, p.3
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22.3.12
Jusqu'a toi
Films keep encouraging me to be the silly romantic girl I've been since.. well, probably since I was born.
I must confess I could fall in love with someone because of his luggage, or better, the things inside it :)
I totally see myself in a situation like this, it would be very typical of me actually.
Specially if I found one or two of my favorite books inside it. And if we could meet in Paris.
I would create funny ways to introduce him to my life.
No problem traveling across the ocean just to have another try either..
But now let's try to fall sleep imaging all this. And thank you, movie industry, for reinforcing my disturbs of behavior.
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8.1.12
Top 5 couples from my favorite movies
To celebrate the beautiful marriage of a great friend of mine today, I'm doing a very special and private Top 5 ranking the couples I love the most from my favorite movies.
I really don't want to explain too much this time. I'm just gonna say I like how each one of these couples resume love in its own messy and honest way.
1. Celine and Jesse (Before Sunshine / Before Sunset)
2. Joel and Clementine (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)

3. Steve and Linda (Singles)

4. Harry and Sally (When Harry met Sally)

5. Lee and Mr. Grey (Secretary)

PS: I love you, girl. All the best for you 2!
I really don't want to explain too much this time. I'm just gonna say I like how each one of these couples resume love in its own messy and honest way.
1. Celine and Jesse (Before Sunshine / Before Sunset)
2. Joel and Clementine (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)
3. Steve and Linda (Singles)

4. Harry and Sally (When Harry met Sally)
5. Lee and Mr. Grey (Secretary)
PS: I love you, girl. All the best for you 2!
7.1.12
E essa frase?
Gostei tanto do senso de humor dessa frase que estou pensando em fazer uma camiseta dela... sério :)
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29.12.11
P.S.
O que seria do mundo sem os românticos? Eu jamais iria querer um lugar árido assim...
Que São Valentim proteja cada coração partido, mantendo a chama acesa e a fé inabalável em continuar tentando.
Que São Valentim proteja cada coração partido, mantendo a chama acesa e a fé inabalável em continuar tentando.
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Uma Flor no Metro, Em Nome do Amor
Reblogged from The Contents of My Head
Repasso a vocês esse post, que me encheu de alegria e esperança. Queria fazer algo assim também, mas a minha ação teria que se ajustar ao fato de que não passo seis meses no mesmo lugar :)
Depois dessa, começo 2012 com o coração renovado. Obrigada, José.
Repasso a vocês esse post, que me encheu de alegria e esperança. Queria fazer algo assim também, mas a minha ação teria que se ajustar ao fato de que não passo seis meses no mesmo lugar :)
Depois dessa, começo 2012 com o coração renovado. Obrigada, José.
***
É dia dos namorados, 14 de Fevereiro, em Lisboa. Um jovem entra num restaurante, para um “jantar de encalhados”. Gente sem namoro reunida para uma refeição cercada por casais e flores e velas e beijinhos. Sairá comprometido com o peculiar projecto de espalhar o amor pelos subterrâneos da capital, plantando diariamente flores na última carruagem do metro, linha azul, a partir de Santa Apolónia. Mas ainda não sabe.
Há uma rosa na mesa e a brincadeira dita que fique para quem estiver “encalhado” há mais tempo. José, 28 anos, denuncia-se e fica com ela. No regresso a casa, olha a alavanca que serve para accionar o sinal de alarme do metro e engendra uma brincadeira romântica para acabar o dia. Escreve uma mensagem: “Só me volto a encontrar contigo quando apanhares a flor que vai no metro da linha azul”. Envia e fica à espera.
A rosa não chega ao destinatário. Nem a segunda flor, enviada no dia seguinte, nem a terceira. Enquanto falha, mais uma vez, pensa: “Isto teria piada se fosse para toda a gente”. E é com esta reflexão que nasce a ideia de, durante um ano, plantar uma flor no sinal de alarme do metro. Uma por dia, sem falhar, endereçada a quem a encontrar. Cada flor leva um aforismo e pede resposta, por carta, “para obrigar as pessoas a parar”.
“A paixão é tremoço, o amor é azeitona”
“Perdeu-se uma coisa, ganhou-se outra”, lembra José ao PÚBLICO, relativizando a insucesso da primeira empreitada, com destinatário certo. “Estava com vontade de escrever à mão cartas de amor, bilhetes. E [esta ideia] foi um estímulo para escrever todos os dias, para fazer um exercício de escrita criativa: escrever frases de amor, definições ou não, que me surgem no dia-a-dia. Coisas patéticas como ‘A paixão é tremoço, o amor é azeitona’. E qualquer pretexto serve. As frases são inesgotáveis.”
Esta é a parte prática da história de José, que não revela o resto do nome porque considera que o seu anonimato coloca a ênfase no projecto, que designou Sinal de Alarme. O título tem uma origem absolutamente prosaica, como acontece com os aforismos: é na alavanca do sinal de alarme do metro que as flores são postas a circular por Lisboa. O conceito é construído em cima dessa mundanidade.
O mesmo acontece, por exemplo, com o destino das flores, o fim da linha azul: à vista desarmada é apenas Amadora; numa perspectiva romântica, é o “feminino de quem ama”. É isso que o Sinal de Alarme faz: transforma o quotidiano em romance e assume posições. Incluindo em momentos importantes da vida nacional, em dia de eleições, de manifestações ou greves, na declaração do fado como Património da Humanidade. “A paixão faz greves, o amor faz revoluções”, lia-se a 24 de Novembro, dia de greve geral.
É a política a imiscuir-se nos afectos. José não tem qualquer pejo em assumir o seu carácter interventivo: “O amor também é política. Claro que é. E é importantíssimo que assim seja. O amor tem de se comprometer com alguma coisa”. Mas não se fica por aí: há a questão das flores, de onde as vai apanhar. “O Banco de Portugal, na Almirante Reis, tem um canteiro fantástico. E, por uma questão de justiça social, vou deixar de as comprar e passar a levar as do Banco de Portugal. Quando estiver sem flores, eu assumo as culpas. Só tenho de ter cuidado com aquilo, que pica.”
O crime e a resposta
Santa Apolónia é uma estação terminal e os maquinistas têm de sair da cabine da carruagem que, com a mudança de direcção, se transforma na última, percorrer todo o veículo e entrar na cabine lá na outra ponta. No minuto que essa operação dura, José planta a flor no sinal de alarme e tira uma fotografia. Não pode fazer uma coisa nem outra – e sabe que está a ser vigiado, através das câmaras –, mas nunca foi incomodado.
Nem pelos responsáveis do metro, nem pelas pessoas que, sobretudo em hora de ponta, enchem a estação. “Às vezes encostam-se ao sinal e é mais complicado [pôr a flor]. De resto, não dizem nada. São poucos os curiosos que vão ver o que aquilo é”, observa. As reacções chegam-lhe sobretudo via Facebook, onde mantém uma página dedicada ao Sinal de Alarme, com fotografias de cada “crime” e com as respostas que recebe.Foi através daquela rede social que um maquinista partilhou a fotografia de uma flor que colheu no metro. É naquela rede social que os “fãs” do Sinal de Alarme gostam, comentam e partilham as melhores frases, que ficam abismados com os desvarios proporcionados pelas bodas do projecto – a cada 50 ou 100 dias que passam, José faz acompanhar as flores de objectos estranhos, como um vaso de alface, uma camisa ou um abacaxi; na última boda, já neste mês, um bacalhau seguiu em direcção à Amadora. “A ideia é fazer sorrir as pessoas que vão para o trabalho, muitas vezes sob stress”, diz.
“O Sinal de Alarme provoca sorrisos deliciosos nas pessoas mais sisudas e sérias”, conta, revelando que nunca acompanhou uma flor durante todo o percurso. A escolta, às vezes, dura apenas duas paragens. “Não fico muito tempo. O meu papel é pôr a flor. Depois, o metro que a leve e as pessoas que façam o que quiserem.” Algumas apanham-na e nada dizem; outras enviam perguntas por e-mail; outras ainda aceitam o desafio de responder por carta. Não muitas: sete, uma das quais a partir do Canadá.
As cartas são anónimas. Faz parte das regras – afinal, são respostas a um “crime”. “As pessoas escrevem de forma mais livre, mais pura, sem se comprometerem com nada. É uma forma de desabafarem, de se conhecerem um pouco melhor. É mais para elas que para mim”, sublinha. “O acto de parar, sentar, pensar, pegar na caneta e começar a desenhar as letras é importante. O Sinal de Alarme é mesmo uma paragem. Como no Caos Calmo [filme de Antonello Grimaldi], quando o Moretti perde a mulher e passa todo aquele tempo parado, sentado no banco. É isso que faz falta. Se accionares o sinal de alarme no metro, ele pára. As cartas são isso: parar para avançar.”
“O que ando aqui a fazer?” Esta é a pergunta que José quer que as pessoas façam a elas próprias. “Só se pensa nisto quando ficamos doentes ou morre alguém. Hoje, as pessoas estão a ficar completamente soterradas”, lamenta, antes de construir uma ponte entre o quotidiano cinzento das grandes cidades e as possibilidades do amor, que “também assusta muito”.
“O que vou fazer com as cartas, não sei. Tenho de arranjar uma forma de as plantar. Não sei o que vou fazer com isto. Passado um ano gostava de ter vida”, desabafa. Entretanto, gostaria de ver o projecto contaminar outras paragens. “As pessoas seriam mais sãs. Já desafiei pessoas de outras cidades, mas não aceitaram. Porque isto tem de ser todos os dias: o amor é todos os dias. Acordas todos os dias, comes todos os dias... o amor é todos os dias. Pode estar alguém à espera e se a flor não chega...”
Sem férias
O Sinal de Alarme não falhou um único dia. E a ideia é que assim continue até 14 de Fevereiro de 2012, quando completar um ano. É o comprometimento sem mácula de que fala José e pelo qual abdicou de tudo que, ao longo deste ano, pudesse comprometer o projecto: férias e viagens, festas, funerais e aniversários, sono. “Houve um dia em que não pude mesmo, mas a flor foi lá posta por outro louco apaixonado pela poesia e o amor.”
“Tive medo de não conseguir fazer isto todos os dias. No início, era um impedimento: tinha de ir ao metro todos os dias e colocar lá a flor, estar sempre no mesmo local. Mas isto já se tornou tão rotineiro que tenho medo do que vai acontecer a 14 de Fevereiro, da desabituação. Já faz parte de mim.”
José é de Vila Nova de Famalicão. Na Páscoa, obrigou a família a descer até Lisboa, onde vive, para a refeição festiva. É assim tão sério. Mais tarde, a avó, de 88 anos, teve de viajar sozinha até à capital para matar saudades do neto, que há muito não ia à terra natal. “A minha família sabe da flor, mas não sabe que é por isso que não vou lá acima. Se souberem, internam-me. Digo que é por causa do trabalho, tenho vergonha de dizer que é pela flor. Se digo à minha avó, ela pensa que estou choné”, brinca.“Não fui de férias, não viajei, fiquei várias vezes sem hora de almoço, gastei dinheiro em táxis, em flores. Fui a velórios, mas não a funerais”, recorda. No aniversário da mãe, fez uma “visita de médico”, de surpresa. Vai e volta todas as sextas-feiras a Braga, por causa do doutoramento na Universidade do Minho. Nunca fica no norte.
Nas últimas legislativas, a 5 de Junho, fez parte de uma mesa de voto em V.N. Famalicão, como é seu hábito. Foi e voltou no mesmo dia: chegou às 5h a casa, foi para as mesas de voto às 7h, ficou até às 19h e uma hora depois estava em Campanhã, no Porto, a apanhar o comboio para Lisboa.
É um destes ralis de transportes públicos que José está a fazer neste Natal, que foi passar a casa, com a família. A consoada é um interlúdio no frenesi do amor, antes de novo regresso a Lisboa, para não falhar. Porque “é importante fazer uma coisa todos os dias, sem falhar. Como uma mãe que vai acordar o filho todos os dias, dar-lhe um beijo, carinho. O resultado, depois, é exponencial. Se todas as pessoas escrevessem todos os dias, por exemplo, seria óptimo para os Correios. Talvez não precisassem de ser privatizados.”
in Publico
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15.12.11
Say anything... (Part 1)
Diane Court: Are you shaking?
Lloyd Dobler: No.
Diane Court: You're shaking.
Lloyd Dobler: I don't think so.
Diane Court: You're cold.
Lloyd Dobler: I don't think I am.
Diane Court: Then why are you shaking?
Lloyd Dobler: I don't know. I think I'm happy.
PS: I love John Cusack. And Cameron Crowe. More later...
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22.11.11
Vida, viagens e um novo vício
Vida. Tanta coisa acontece que fica difícil manter a narrativa.
Nesse intervalo tivemos o show do Pearl Jam em São Paulo. Que show maravilhoso!
Ele merecia um post digno, enorme, contando detalhes do sufoco que foi chegar no estádio enfrentando a hora do rush das sextas-feiras paulistanas; das milhões de memórias que brotaram a cada música; de como Jeremy é uma música muito foda e o excesso de repetições em rádio e na MTV durante todos os anos 90 acabaram ofuscando a porrada que é essa música; como Black é absolutamente arrepiante cantada com um coral de 68 mil vozes (eu tenho o vídeo ainda esperando para ser carregado no youtube), enquanto Last kiss é a prova de que toda banda precisa de uma balada, que ponha um riso fácil na cara dos fãs (mesmo dos que alegam odiar a música); de como eu queria que eles tivessem tocado Daughter...
Como acontece em todo show de bandas que eu gosto, a repetição exaustiva dos cds acontece depois dos shows e não antes, como é padrão para o resto do mundo. Mas eis que nesse processo de ficar revivendo o show através dos álbuns, eu me apaixonei de vez pelo segundo trabalho solo do Eddie Vedder: Ukulele Songs. Esse disco foi trilha da noite mais bonita do ano, onde a lua banhou de prata todo um trajeto da minha viagem... e desde então não paro mais de ouvi-lo.
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18.10.11
Sopro Primaveril
O frio e a chuva da última semana me fizeram até duvidar de que estávamos realmente na primavera. Mas hoje tive dois bons momentos: além de um inesperado sol no meio da tarde (a previsão ainda era de céu fechado hoje), ganhei um banho de flores dessa árvore enquanto esperava o ônibus. Pena que, mal o sol baixou, o frio voltou.
Venha primavera, venha logo, antes que o verão tome o teu lugar!
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4.6.10
Dear Heart
Please don't ache now.
It's not the worst or the last time.
Just keep cool, ok? We have a lot to suffer so don't focus only on this one.
Be brave
It's not the worst or the last time.
Just keep cool, ok? We have a lot to suffer so don't focus only on this one.
Be brave
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19.5.10
A true romantic
A: After all these times, does still hurt?
B: Yes, it hurts pretty fucking hard right now
A: So why do you always give your heart away like that?
B: I still believe in surprises...
B: Yes, it hurts pretty fucking hard right now
A: So why do you always give your heart away like that?
B: I still believe in surprises...
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